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segunda-feira, 17 junho 2024 16:06

Escravidão moderna atinge 50 milhões no mundo

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extrema pobreza leva a escravidao moderna
extrema pobreza leva a escravidao moderna

Escravidão moderna atinge 50 milhões no mundo, informa ONU – Relatório considera tanto trabalhadores forçados quanto mulheres e meninas obrigadas a se casarem contra a vontade. Números aumentaram consideravelmente desde o estudo anterior, de 2016.Em torno de 50 milhões de indivíduos estão submetidos a situações análogas à escravidão por meio de trabalhos e casamentos forçados, segundo relatório promovido e divulgado pela Organização das Nações Unidas e a Fundação Walk Free nesta segunda-feira (12/09).

Isso significa que, em média, praticamente um a cada 150 habitantes de todo o mundo sofre com esses crimes. Até 2030, a ONU pretende erradicar todos os tipos de escravidão moderna.Segundo o estudo, no entanto, o número de atingidos aumentou significativamente nos últimos anos: entre 2016 e 2021, o número de casos cresceu quase 10 milhões. “É chocante que a situação da escravidão moderna não esteja melhorando. Nada pode justificar a continuidade desse abuso de direitos humanos fundamentais”, diz Guy Ryder, chefe da Organização Internacional para o Trabalho (ILO), uma das agências da ONU que atuou no estudo, em conjunto com a Organização Internacional para as Migrações (IOM). De acordo com o levantamento, a pandemia de covid-19 e a resultante crise sanitária global é uma das razões que impulsionaram o crescimento da escravidão moderna, ao pioraras condições.

A escravidão moderna é um desafio crescente graças a uma mistura de conflitos armados, mudanças climáticas e pandemia, revela um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

As estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sugerem que 50 milhões de pessoas — ou uma em cada 150 indivíduos — estão presas em trabalhos ou casamentos forçados.

Isso representa um aumento de quase 10 milhões nas estatísticas registradas há cinco anos.

A OIT avalia que o fato de a situação piorar é “chocante”.

“Nada pode justificar a persistência desse abuso fundamental dos direitos humanos”, declarou Guy Ryder, diretor-geral da entidade.

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