Escola nacional será base de formação de militares e civis em defesa cibernética




Futuro. Centro de defesa on-line mostrado pela Kudelski no Riocentro em 2015. Escola brasileira vai preparar militares para a ciberguerra Foto: DIVULGAÇÃO/Marek Donnier

Com a missão de proteger as fronteiras cibernéticas do Brasil, o Exército começou a instalar uma Escola Nacional de Defesa Cibernética, em um projeto de longo prazo de uma instituição de referência e com diplomas de graduação e pós-graduação. É a fórmula para alcançar a necessária, mas escassa, qualificação profissional em competências digitais.

“A carência de pessoal especializado na área existe, e não apenas aqui. Em função dessa necessidade de recursos humanos, a escola vai ter um papel importante na qualificação desse pessoal e prepará-los para trabalhar no setor cibernético. E para isso vai oferecer uma gama variada de cursos”, explica o primeiro comandante da EnadCiber, coronel Paulo Sérgio Reis Filho.

Os currículos são especialmente talhados para as demandas do Comando de Defesa Cibernética e de contrapartes civis. “Além do mapeamento dos domínios temáticos, levantamos os perfis profissionais que precisamos e as competências que precisam ser desenvolvidas no conhecimento cibernético”, assinala o coronel Paulo Sérgio.

O comandante da EnadCiber ressalta que a Escola é vocacionada para atender profissionais que atuam nos níveis operacional, estratégico e político, sempre de caráter dual. Ou seja, a predominância militar atual é temporária. Até aqui, informa ainda o coronel Paulo Sérgio, foram ministrados cerca de 1,2 mil cursos para a formação de mão de obra para cibersegurança. Assistam a entrevista com o coronel Paulo Sérgio.

 

Fonte: Agência Telebrasil

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