Google Policy Fellowship chega novamente à América Latina




O Google Policy Fellowship é uma iniciativa criada para conectar estudantes de diversas áreas e níveis a organizações acadêmicas e da sociedade civil, que trabalhem com políticas públicas e internet. Agora, o programa vai abrir uma nova rodada de convocações para alunos latino-americanos.

Se você é estudante e tem interesse em se inscrever, envie seu pedido até 6 de junho de 2019. Os participantes selecionados terão a oportunidade de ajudar sete organizações importantes da região por um período máximo de 12 semanas, e poderão tratar de temas como economia e transformação digital, liberdade de expressão e propriedade intelectual. Este ano, as organizações que apoiam o Google Policy Fellowship na América Latina são as seguintes:

  1. Centro de Tecnología y Sociedad (Argentina): O Centro de Tecnologia e Sociedade é um centro acadêmico e uma instituição de pesquisa extremamente respeitada, que faz parte da Universidad de San Andrés, em Buenos Aires. A organização interdisciplinar de referência realiza projetos de pesquisa, educação e divulgação de políticas e desenvolvimento de processos digitais na esfera pública e na internet.
  2. ITS – Instituto de Tecnologia e Sociedade (Brasil): Sediado no Rio, o ITS faz pesquisas em parceria com outras entidades para analisar os aspectos jurídicos, sociais, econômicos e culturais da tecnologia. O Instituto defende a implantação de políticas públicas e práticas privadas de proteção à privacidade, liberdade de expressão e acesso ao conhecimento.
  3. Derechos digitales (Chile): Esta organização sem fins lucrativos, de alcance latino-americano, tem como principal objetivo desenvolver, defender e promover os direitos humanos no ambiente digital.
  4. R3D – Red en Defensa de los Derechos Digitales (México): Entidade dedicada à defesa dos direitos humanos no mundo online. A R3D realiza pesquisas nas áreas de políticas, processos jurídicos estratégicos, impacto público e campanhas de promoção dos direitos digitais no México. A organização dá especial importância à liberdade de expressão, privacidade, acesso ao conhecimento e liberdade cultural.
  5. Flip – Fundación para la Libertad de Prensa (Colômbia): Essa ONG acompanha casos de violações à liberdade de imprensa na Colômbia, além de defender e promover a liberdade de expressão e o direito de acesso o público à informação. A FLIP trabalha pela liberdade de expressão no país há vinte anos e conta com uma rede de mais de trinta correspondentes em todo o país – responsáveis por registrar violações à liberdade de expressão (incluindo casos ocorridos na internet).
  6. Asociación Panameña de Derecho y Nuevas Tecnologías (APANDETEC) (Panamá): A APANDETEC é uma associação sem fins lucrativos, com projeção local e internacional e mais de 15 anos de atuação no Panamá. Ela foi criada para incentivar a colaboração e o intercâmbio sobre temas relacionados ao Direito da Informática e às novas tecnologias, e para promover a pesquisa, o estudo e propostas de legislação sobre esses assuntos.
  7. Hiperderecho (Perú): A ONG peruana se dedica à promoção e à defesa dos direitos humanos fundamentais no espaço digital, para que os cidadãos tenham ferramentas que permitam aproveitar ao máximo os benefícios individuais e coletivos da tecnologia voltada para as mudanças e o desenvolvimento econômico.

No site oficial do Google Public Policy Fellowship você encontra mais informações sobre o programa, o processo de seleção e as organizações participantes.

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