Coluna do RK- Bastidores da Política




Por Roberto Kuppê (*)

Bancadas do mal

Quatro meses depois, a maioria absoluta dos deputados federais e senadores nada fez pelo Brasil, pelo povo, pelo emprego, pela saúde e pela educação. Contamos nos dedos os que moveram uma ação positiva nesta nova legislatura que iniciou junto com um governo sem rumo. Mas, quando o assunto é desfazer, desmando e utilização do cargo para proveito próprio, aí os números são gigantes. De Rondônia, alguns dos maus exemplos. Segundo fontes, o deputado federal coronel Chrisóstomo (PSL-RO), teria pegado seis diretorias da Eletronorte e exigido 50% do salário de cada um. A coluna tentou contato com o deputado mas não teve retorno.

Bancadas do mal 2

Outro mau exemplo de como o eleitor elegeu um inútil. O deputado federal Julian Lemos (PSL-PB), que deu uma cabeçada no colega Expedito Netto (PSD-RO). Julian Lemos é reincidente em agressão física. É alvo de um processo na  1ª Vara de Cabedelo, na Paraíba, por lesão corporal leve, ameaça e violência doméstica. Em 2018, Julian Lemos atuou como coordenador da campanha presidencial de Jair Bolsonaro no Nordeste. É um estrume em forma de gente.

 

O PT comunista!

Houve um tempo em que, pelas redes sociais, em colunas especializadas e, especialmente pelo rádio, o jornalista Marco Antônio Villa, batia sem dó no PT. Gritava que “a ditadura do PT não vai me calar”. Foi “calado” pela “democracia” de Bolsonaro. O presidente da República pediu e a Jovem Pan cortou a cabeça de Villa e a entregou na bandeja no Palácio do Planalto. 

O bobo da corte

Descoberta a fraqueza (ainda que tardia) de Bolsonaro, os presidentes do Senado e Câmara estão deitando e rolando. Quem está no comando deste trem descarrilhado são Alcolumbre e Rodrigo Maia, ambos do DEM. E olha que o chefe da Casa Civil, Ônix Lorenzoni é do DEM também. E com isso já era governo Bolsonaro. Passa a régua.

O bobo da corte 2

Diante do péssimo governo Bolsonaro, o centrão aponta para o parlamentarismo branco. O Congresso limita o poder do presidente e dirige a agenda nacional. Proposta quer limitar medidas provisórias editadas pelo presidente em 5 ao ano.

Tentando agradar evangélicos

O presidente Bolsnaro não podia deixar a semana sem uma discussão inútil. Num dos seus arroubos de um neófito na presidência, ele achando que pode tudo (já descobriu que não), quis fazer gracinha ao perguntar se não estava na hora de termos um ministro do STF evangélico. Claro que não. A Justiça brasileira que já não é lá essas coisas, jamais poderia admitir ingerência religiosa em julgamentos. Daqui a pouco religiosos de outras congregações iriam reivindicar espaço no STF.

Mortes e mais mortes

Com a crise dominante no país há três anos (após o impeachment de Dilma), milhões de desempregados estão causando milhares de mortes. Com mais gente em crise em busca de comida, a saída para muitos é a criminalidade. E para conter a criminalidade a Polícia está a postos. Mas, para conter a crise, os políticos não estão a postos. Estão alimentando mais e mais. Com o advento de Bolsonaro a crise potencializou. Não só economicamente falando, mas, política e socialmente. O clima é de terror em alguns setores como indígena. O clima é de medo nas favelas.

Escola da vida

A vida é uma escola. Todos os dias aprendemos uma coisa que não sabíamos ou não tínhamos conhecimento. Por isso é bom ler livros, revistas, jornais, assistir a telejornais, sair, viajar, conhecer gente. Ninguém é tão inteligente que não possa aprender mais. Ninguém é tão culto que não possa conhecer novas culturas, novos conceitos e costumes. Viajar apenas pelo Brasil já é um aprendizado.

O caso Neymar

A coluna tem um pé atrás quando o assunto é Neymar Jr, o nosso camisa 10. Como jogador ainda não disse a que veio na seleção brasileira. Só decepção. Mas, é um jogador vitorioso no conjunto da obra e hoje um milionário. E isso atrai para si tudo o que é tipo de situações. A que ele está vivendo hoje é uma delas. Acusado de estuprar uma garota que ele convidou, com passagens pagas, para visita-lo em Paris. Como ela não é nenhuma decoradora de ambiente, professora ou psicóloga a serviço, o que ela foi fazer lá além de sexo? Mas, após o sexo, ela foi embora para o Brasil e registrou um BO, Veja abaixo:

 

 

 

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político

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